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    Incêndios florestais: 5 medidas para reduzir as suas consequências

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    As consequências dos incêndios florestais são maiores do que as pessoas imaginam.

    Quando há um incêndio florestal, não apenas os recursos vegetais são perdidos, mas a vida animal também é prejudicada, além disso, a qualidade do ar, água e a segurança das áreas de proteção ambiental ficam em risco.

    Isso é demonstrado pelos recentes incêndios que devastaram grandes florestas na América Latina, cujas consequências permanecem até hoje.

    Para reduzir essas consequências, existem cinco medidas, tanto de prevenção quanto de extinção, bem como algumas que estão durante o fogo ativo, para reduzir efetivamente essas consequências. São elas:

    MEDIDAS PARA REDUZIR AS CONSEQUÊNCIAS DOS INCÊNDIOS FLORESTAIS

    1.Detecção precoce de incêndio

    Sem dúvida, detectar a tempo a origem do incêndio é fundamental para reduzir as possíveis consequências que ele pode ter. Portanto, um estudo das condições ambientais da área desempenha um fundamental na determinação dos riscos, onde o uso de sensores de temperatura, ou câmeras em terra com mato seco, são essenciais para alertar sobre um possível incêndio, uma vez que as altas temperaturas são uma das principais causas dos incêndios florestais.

    2. Silvicultura preventiva

    Silvicultura é a ciência do cultivo de florestas. Esta medida refere-se à limpeza das montanhas, para que, em caso de incêndio seja evitada a sua propagação e reduzida a maior área possível de ser extinta. A técnica permite a medição de podas, aço e instalação de hidrantes ou pontos de água em áreas estratégicas, que auxiliam na consolidação de linhas de defesa e segurança. Outra medida importante que faz parte da silvicultura preventiva é a demarcação de áreas de alto risco para incêndios florestais em locais considerados propensos a queimadas.

    3. Limpeza da área após a extinção do incêndio

    A consequência mais visível de um incêndio, além da remoção da vegetação, é a erosão do solo e a quantidade de fumaça no ar, ambos os fatores são prejudiciais ao meio ambiente. Portanto, após a extinção de árvores e arbustos, a área deve ser inspecionada, a água deve ser purificada e a limpeza do solo realizada retirando os detritos e cinzas.

    4. Extinção correta do fogo

    A etapa de combate ao incêndio é a que irá determinar as consequências pois, a forma de combate, é imprescindível para a proteção da vegetação restante da área afetada. O método mais eficaz para controlar o fogo é o método indireto, circundando a área queimada, fechando assim o seu raio de ação, evitando que se propague e danifique mais áreas; isso reduz as possíveis consequências que o incêndio pode causar e promove a prevenção de um desastre maior.

    5. Utilização de boas ferramentas

    O fator que influencia todas as medidas mencionadas é a posse das ferramentas corretas para prevenir, neutralizar, controlar e dissipar o fogo, ferramentas como o machado, mangueiras e todas as que fazem parte do kit de extinção. Bem como as ferramentas necessárias para a proteção de quem vai realizar todos os processos de ação, sejam eles bombeiros, forças armadas ou civis dispostos a ajudar de forma voluntária. Como você pôde ver, nunca haverá um risco de nível zero para incêndios florestais, pois o fogo é uma parte natural dos ecossistemas, mas com as medidas mencionadas, os níveis de suas consequências podem ser minimizados.

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