Capacete de resgate em emergências do Brasil: como escolher o modelo certo para sua equipe

O capacete de resgate é um dos equipamentos mais críticos para equipes que atuam em situações de emergência. Em operações de resgate urbano, combate a incêndios, desastres naturais e acidentes industriais, a cabeça é uma das regiões mais vulneráveis do corpo e qualquer falha na proteção pode ter consequências irreversíveis.

Continue a leitura para entender quais critérios técnicos devem guiar a escolha do capacete ideal, quais normas se aplicam no Brasil e o que diferencia um equipamento de alta performance de uma opção apenas visualmente similar.

Por que o capacete de resgate é indispensável em operações de emergência

Equipes de resgate atuam em ambientes imprevisíveis, com riscos que mudam rapidamente. Estruturas instáveis, detritos em queda, ambientes com fumaça, calor intenso e espaços confinados são apenas alguns dos cenários que exigem proteção craniana robusta e confiável.

Diferentemente de capacetes para uso industrial convencional, o capacete de resgate precisa atender a um conjunto mais amplo de requisitos. Além da proteção contra impacto, ele deve oferecer resistência térmica, compatibilidade com outros EPIs como lanternas frontais e viseiras, e ergonomia adequada para jornadas longas em condições adversas.

Portanto, a escolha do equipamento correto não é apenas uma questão de conformidade regulatória. É uma condição para que a equipe possa atuar com segurança e eficiência nas situações de maior exigência.

O que as normas brasileiras e internacionais exigem

A seleção do capacete de resgate deve estar alinhada às normas técnicas vigentes, que estabelecem os requisitos mínimos de desempenho para esse tipo de EPI.

As 3 principais referências são:

  • NR-06 (Norma Regulamentadora de Equipamentos de Proteção Individual): estabelece a obrigatoriedade do fornecimento de EPIs adequados ao risco de cada função, incluindo proteção craniana para atividades com risco de impacto. Leia m
  • ABNT NBR 8221: norma brasileira que define os requisitos para capacetes de proteção para uso em atividades industriais
  • EN 16471 e EN 16473: normas europeias específicas para capacetes utilizados em combate a incêndios florestais e operações de resgate técnico, amplamente adotadas como referência internacional

Sendo assim, ao avaliar um capacete de resgate, o primeiro passo é verificar se ele possui Certificado de Aprovação (C.A.) válido e se atende às normas aplicáveis ao tipo de operação executada.

capacete de resgate

6 critérios técnicos para escolher o capacete de resgate ideal

Além das certificações, alguns critérios técnicos são determinantes na escolha do equipamento mais adequado:

Resistência ao impacto O capacete deve absorver a energia de impactos de objetos em queda e colisões com estruturas. A resistência é avaliada por testes de penetração e absorção de energia, definidos pelas normas aplicáveis.

Resistência térmica Em operações com exposição ao calor, chamas ou ambientes com temperatura elevada, o capacete precisa manter sua integridade estrutural e não propagar o calor para o crânio do usuário.

Sistema de fixação e ajuste Um sistema de fixação eficiente garante que o capacete permaneça estável durante movimentos bruscos e em diferentes posições de trabalho. Ajustes rápidos são especialmente importantes em operações de emergência, onde o tempo de resposta é crítico.

Compatibilidade com acessórios O capacete de resgate ideal deve ser compatível com viseiras de proteção facial, lanternas frontais, protetores auriculares e outros acessórios utilizados em operações combinadas.

Peso e ergonomia Em jornadas longas, um capacete pesado aumenta a fadiga cervical e compromete o desempenho da equipe. Materiais modernos como policarbonato e ABS de alta performance oferecem proteção equivalente com peso reduzido.

Visibilidade Elementos de alta visibilidade, como cores contrastantes e faixas refletivas, facilitam a identificação dos membros da equipe em ambientes com fumaça, baixa luminosidade ou grande movimentação.

Tipos de capacete de resgate e suas aplicações

A escolha do modelo mais adequado depende do tipo de operação em que a equipe atua:

  • Resgate urbano e técnico: operações em estruturas colapsadas, espaços confinados e ambientes com risco de queda de detritos
  • Combate a incêndios florestais: exposição prolongada ao calor radiante, fumaça e terreno irregular
  • Emergências industriais: ambientes com riscos combinados de impacto, calor e agentes químicos
  • Operações de defesa civil: atuação em desastres naturais como enchentes, deslizamentos e desabamentos

Cada cenário tem exigências específicas de proteção, o que torna fundamental a análise do perfil de risco antes da escolha do equipamento.

Por que escolher os capacetes KPN Safety para sua equipe

A KPN Safety oferece uma linha de capacetes de resgate desenvolvidos para atender as exigências das operações de emergência mais complexas. Os diferenciais que tornam a KPN a escolha de equipes e organizações que atuam em situações críticas incluem:

  • Certificações completas: todos os produtos seguem as diretrizes da NR-06, com C.A. válido em todo o Brasil e normas internacionais aplicáveis
  • Tecnologia de alta performance: materiais e designs desenvolvidos para as condições reais de operação em campo
  • Compatibilidade com toda a linha de EPIs KPN: capacetes integrados ao ecossistema completo de proteção da marca
  • Suporte técnico especializado: capacitação para uso correto dos equipamentos e acompanhamento pós-venda
  • Pronta entrega em até 48 horas: estoque disponível para atendimento imediato em todo o território brasileiro

Escolher o capacete de resgate certo para sua equipe exige critério técnico, conhecimento normativo e um fornecedor de confiança. Em operações de emergência, não há margem para equipamentos que falham.

A KPN Safety oferece capacetes certificados, com tecnologia de alta performance e pronta entrega em até 48 horas em todo o Brasil. Não espere uma emergência para agir.

Entre em contato com a equipe da KPN Safety, solicite um orçamento e garanta que sua equipe estará protegida para qualquer cenário.

Acesse nosso site conheça a linha completa de equipamentos para resgate e emergências.

Luvas de proteção no setor automotivo: aplicações e vantagens das soluções KPN

As luvas de proteção setor automotivo são indispensáveis para garantir a segurança dos profissionais que atuam em linhas de montagem, manutenção e inspeção de veículos. Em um ambiente onde há contato constante com peças metálicas, superfícies cortantes, ferramentas e agentes químicos, a escolha do Equipamento de Proteção Individual adequado impacta diretamente na prevenção de acidentes e na produtividade.

A KPN Safety desenvolve luvas de alta performance pensadas para atender às exigências técnicas da indústria automotiva, combinando resistência mecânica, conforto e certificações reconhecidas internacionalmente.

 

Luvas de proteção no setor automotivo e os principais riscos da atividade

A indústria automotiva apresenta uma combinação de riscos que exige soluções robustas de proteção. Entre os principais, destacam-se:

  • Cortes e perfurações no manuseio de chapas metálicas
  • Abrasão em processos de montagem e acabamento
  • Impactos em operações com ferramentas e peças pesadas
  • Exposição a óleos, graxas e agentes químicos
  • Vibração em uso de ferramentas motorizadas

Esses riscos não ocorrem de forma isolada, o que torna essencial o uso de luvas multifuncionais, capazes de oferecer proteção simultânea.

 

Aplicações das luvas KPN no setor automotivo

As soluções da KPN são desenvolvidas para atender diferentes etapas da cadeia automotiva:

Montagem de veículos

Luvas com alta destreza e resistência à abrasão são ideais para montagem de componentes, garantindo precisão sem comprometer a proteção.

Manuseio de peças metálicas

Luvas anticorte com alto nível de resistência (como ANSI A9) evitam acidentes com bordas afiadas.

Manutenção automotiva

Modelos com proteção contra impacto e vibração são indicados para mecânicos e técnicos que utilizam ferramentas pesadas.

Logística e movimentação

Luvas com reforço estrutural oferecem maior durabilidade no transporte e armazenamento de peças.

Confira mais opções no catálogo da KPN.

 

Diferenciais das luvas KPN para a indústria automotiva

luvas de proteção

A KPN se posiciona como referência técnica ao oferecer produtos com:

  • Alta resistência mecânica, conforme normas como EN 388
  • Proteção contra impacto, com tecnologia TPR ergonômica
  • Conforto e ergonomia, reduzindo fadiga durante longos períodos
  • Tratamento antibacteriano, aumentando a durabilidade e higiene
  • Materiais certificados, com padrões como OEKO-TEX

Além disso, as luvas atendem às exigências da NR-06, com Certificado de Aprovação (C.A.) válido em todo o Brasil.

 

Como escolher luvas de proteção para sua operação

A escolha correta deve considerar:

Tipo de risco predominante

Identifique se o ambiente apresenta maior risco de corte, impacto ou abrasão.

Nível de certificação

Prefira luvas com certificações reconhecidas, como EN 388 e ANSI.

Conforto operacional

Modelos ergonômicos aumentam produtividade e reduzem erros.

Durabilidade

Luvas de maior resistência reduzem custos com reposição.

 

Visite o nosso portfólio de luvas, entenda a característica de cada uma e escolha o melhor modelo para a sua operação.

 

Luvas de proteção como estratégia de produtividade

Mais do que um item obrigatório, as luvas de proteção impactam diretamente na eficiência operacional. Trabalhadores protegidos:

  • Sofrem menos acidentes
  • Mantêm maior ritmo de produção
  • Reduzem afastamentos
  • Operam com mais precisão

Isso transforma o equipamento de proteção em um ativo estratégico para a indústria automotiva.

 

As luvas de proteção são fundamentais para garantir segurança, desempenho e continuidade operacional em um dos segmentos industriais mais exigentes do mercado.

A KPN Safety se destaca ao oferecer soluções que combinam tecnologia, certificações internacionais e foco na realidade dos ambientes industriais brasileiros. Com uma linha completa de luvas para diferentes aplicações e pronta entrega em todo o território nacional, a empresa garante agilidade e confiabilidade no fornecimento de equipamentos de proteção.

Acesse o site da KPN Safety e encontre a solução ideal para proteger sua equipe com o mais alto padrão de qualidade.

Substituição de luvas de proteção: como garantir inspeção adequada, armazenamento correto e troca no momento certo 

Veja como preservar a vida útil das luvas e garantir máxima segurança operacional

A verificação das luvas de proteção é um fator decisivo para garantir que o equipamento de proteção mantenha sua eficácia ao longo do tempo. Em ambientes industriais com risco de corte, impacto, abrasão, vibração ou exposição a agentes agressivos, a integridade das luvas precisa ser monitorada continuamente para evitar falhas durante a operação.

Mais do que prolongar a vida útil do equipamento, estruturar processos de inspeção, armazenamento e troca é uma estratégia para reduzir acidentes, manter conformidade com normas técnicas e assegurar que o trabalhador esteja realmente protegido. 

luvas de proteção
O uso de luvas KPN garante a proteção necessária no manuseio de maquinário

Principais riscos relacionados ao uso inadequado de luvas de proteção

Antes de definir procedimentos de conservação, é importante compreender os riscos associados ao uso de luvas desgastadas ou mal conservadas. Entre os principais problemas estão:

  • Perda de resistência ao corte por desgaste excessivo;
  • Redução da absorção de impacto em atividades de risco mecânico;
  • Comprometimento da aderência em ambientes com óleo ou umidade;
  • Degradação de materiais por armazenamento inadequado;
  • Falhas estruturais não identificadas por ausência de inspeção.

A identificação desses fatores é o primeiro passo para estruturar um processo eficaz de conservação de equipamentos de proteção.

5 boas práticas de avaliação das luvas de proteção

  • Realizar inspeção antes de cada uso

A inspeção de luvas de proteção deve fazer parte da rotina diária. Pequenos cortes, perfurações, costuras comprometidas ou endurecimento do material podem indicar perda de desempenho. Em modelos com proteção específica, como anticorte ou antivibração, qualquer alteração estrutural pode reduzir significativamente o nível de proteção.

A inspeção preventiva reduz falhas inesperadas durante a atividade e fortalece a cultura de segurança.

  • Definir critérios técnicos para troca de luvas de proteção

A troca de luvas de proteção não deve ser baseada apenas no tempo de uso, mas nas condições reais do equipamento. Sinais visíveis de desgaste, perda de flexibilidade, redução de aderência ou contaminação permanente indicam a necessidade de substituição.

Estabelecer critérios claros evita tanto o uso inseguro quanto a troca prematura, contribuindo para equilíbrio entre segurança e gestão de custos.

  • Garantir armazenamento adequado

O armazenamento de luvas de proteção influencia diretamente sua durabilidade. Exposição ao calor excessivo, à umidade ou à luz solar pode acelerar a degradação dos materiais. O ideal é manter o equipamento em local seco, ventilado e protegido de agentes contaminantes.

A organização correta do estoque também facilita o controle de validade e o monitoramento do ciclo de reposição.

  • Padronizar procedimentos de higienização

A limpeza inadequada pode comprometer as propriedades mecânicas das luvas. Cada modelo possui orientações específicas de higienização que devem ser seguidas rigorosamente para preservar o desempenho original do equipamento de proteção.

Em ambientes com exposição a óleos, graxas ou produtos químicos, a avaliação pós-uso deve ser ainda mais criteriosa para evitar deterioração silenciosa do material.

  • Integrar a conservação ao sistema de gestão de segurança

A conservação de luvas de proteção deve estar integrada aos programas de segurança da empresa. Registrar inspeções, documentar trocas e treinar equipes para identificar sinais de desgaste fortalece o controle interno e contribui para auditorias e conformidade normativa.

Quando a conservação faz parte do processo operacional, a segurança deixa de ser reativa e passa a ser preventiva.

Segurança que começa na conservação

Luvas de proteção são a linha de defesa direta entre o trabalhador e o risco. Corte, impacto, abrasão e vibração exigem equipamentos capazes de manter desempenho mesmo em uso intensivo. No entanto, sem inspeção adequada, armazenamento correto e critérios claros de substituição, até o melhor equipamento pode perder eficiência.

A KPN Safety desenvolve luvas de proteção de alta performance projetadas para ambientes industriais exigentes, com foco em resistência mecânica, durabilidade e conformidade com normas técnicas internacionais. Quando associadas a boas práticas de conservação, essas soluções contribuem para operações mais seguras e consistentes.

Não deixe que o desgaste comprometa a segurança e o desempenho da sua operação. Fale com um especialista KPN e encontre a luva ideal para garantir segurança contínua e produtividade na sua operação.

 

Atualização da Portaria MTE nº 672: o que muda na certificação via OCP?

A Portaria MTE nº 672 representa um marco importante para o fortalecimento da segurança e saúde no trabalho no Brasil. Com a nova atualização, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reforça diretrizes relacionadas à certificação de produtos e equipamentos por meio de Organismos de Certificação de Produtos (OCP), trazendo impactos diretos para fabricantes, importadores, empregadores e profissionais de SST.

Neste artigo, a KPN Safety explica de forma prática o que mudou, por que a certificação via OCP ganha ainda mais relevância e como as empresas podem se adequar às novas exigências.

 

O que é a Portaria MTE nº 672?

A Portaria MTE nº 672 estabelece regras e critérios para avaliação da conformidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), assegurando que apenas produtos que atendam aos requisitos técnicos e legais sejam disponibilizados no mercado e utilizados pelos trabalhadores.

A atualização recente da norma reforça o papel da certificação independente, ampliando a responsabilidade dos Organismos de Certificação de Produtos e aumentando a rastreabilidade e confiabilidade do processo.

 

atualização da Portaria 672

O papel do OCP na certificação de EPIs

Os Organismos de Certificação de Produtos (OCP) são entidades acreditadas que avaliam se um determinado produto está em conformidade com normas técnicas e regulamentos aplicáveis.

A certificação via OCP deve ser realizada por organismos acreditados pelo Inmetro, como por exemplo ABNT, Falcão Bauer, IBTeC, entre outros.

Com a atualização da Portaria 672, o processo de certificação via OCP passa a ter ainda mais destaque, garantindo:

  • Avaliação técnica independente e imparcial;
  • Maior controle sobre ensaios laboratoriais;
  • Rastreabilidade dos certificados emitidos;
  • Confiabilidade e transparência para o mercado e para os usuários finais.

Na prática, isso significa mais segurança para o trabalhador e mais credibilidade para as empresas que investem em conformidade.

 

 

Principais pontos da atualização da Portaria 672

Entre os aspectos mais relevantes da atualização, destacam-se:

  • Fortalecimento da certificação compulsória via OCP para determinados tipos de EPIs;
  • Maior rigor nos critérios de manutenção da certificação, incluindo acompanhamento contínuo e auditorias periódicas;
  • Responsabilização ampliada de fabricantes e importadores, que passam a ter papel ativo na garantia da conformidade ao longo do ciclo de vida do produto;
  • Integração com sistemas digitais, facilitando a consulta e verificação da validade dos certificados.

Essas mudanças visam reduzir riscos de uso de produtos irregulares e elevar o padrão de segurança no ambiente de trabalho.

 

Impactos para as empresas

A atualização da Portaria MTE nº 672 exige atenção das empresas que fabricam, importam, comercializam ou utilizam EPIs. Entre os principais impactos estão:

  • Necessidade de revisar fornecedores e certificados existentes;
  • Adequação de processos internos de compra e homologação de produtos;
  • Maior controle documental e de prazos de validade dos certificados;
  • Redução de riscos legais, trabalhistas e operacionais quando a conformidade é corretamente atendida.

Empresas que se antecipam às exigências não apenas evitam penalidades, mas também fortalecem sua cultura de segurança.

 

Como era feito antes da atualização da Portaria 672?

Antes da atualização da Portaria MTE nº 672, a certificação de EPIs não exigia, para todos os casos, a atuação contínua de um Organismo de Certificação de Produtos (OCP).
Em muitos cenários, o processo era baseado principalmente em ensaios de tipo, realizados em laboratórios, sem a necessidade de acompanhamento sistemático do produto ao longo do tempo.

Com isso, após a concessão inicial do Certificado de Aprovação (CA), não havia o mesmo nível de controle contínuo, auditorias periódicas ou rastreabilidade ampliada que passam a ser exigidos agora.

A atualização da Portaria fortalece esse modelo, trazendo a certificação via OCP como elemento central, com maior rigor técnico, acompanhamento permanente e mais segurança para o trabalhador.

 

Como a KPN Safety pode apoiar sua empresa

A KPN Safety acompanha de perto as atualizações regulatórias do MTE e oferece suporte completo para ajudar sua empresa a se adequar às exigências da Portaria 672.

Nossos especialistas auxiliam na:

  • Interpretação técnica da legislação;
  • Avaliação de conformidade de EPIs;
  • Interface com OCPs e processos de certificação;
  • Implementação de boas práticas em SST.

Assim, sua empresa ganha segurança jurídica, operacional e, principalmente, proteção efetiva para seus colaboradores.

 

Conclusão

A atualização da Portaria MTE nº 672 reforça a importância da certificação via OCP como pilar fundamental da segurança do trabalho no Brasil. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um avanço na proteção à vida e na qualidade dos produtos utilizados no dia a dia das empresas.

Manter-se atualizado e contar com parceiros especializados, como a KPN Safety, é essencial para transformar a conformidade normativa em um diferencial estratégico.

Trabalho com lâminas: Entenda quais são os riscos e como é possível reduzi-los

Na indústria, o trabalho com lâminas afiadas e cortantes é uma realidade presente em diversos setores, desde a construção civil até a indústria alimentícia. Apesar da importância dessa atividade, ela também apresenta riscos consideráveis para a segurança dos trabalhadores, principalmente para as mãos. Cortes, lacerações e até mesmo amputações podem ocorrer em um descuido, gerando dor, sofrimento, afastamento do trabalho e até mesmo sequelas permanentes.

É nesse contexto que a prevenção se torna fundamental. Ao implementar medidas de segurança eficazes e conscientizar os trabalhadores sobre os riscos envolvidos, é possível reduzir drasticamente os acidentes e garantir um ambiente de trabalho mais seguro e produtivo.

Quais são os principais riscos para as mãos no trabalho com lâminas?

  • Cortes: O risco mais comum, podendo ser desde leves até profundos e graves.
  • Lacerações: Cortes mais extensos e irregulares, que podem atingir músculos, tendões e nervos.
  • Amputações: A perda total ou parcial de um membro, como dedos ou mãos, em casos mais graves.
  • Danos permanentes: Lesões graves podem deixar sequelas permanentes, como perda de movimento, sensibilidade ou força nas mãos.

Saiba como reduzir os riscos às mãos no trabalho com lâminas

Utilização de equipamentos adequados: Luvas de proteção anti-corte e anti-abrasivo são essenciais para proteger as mãos contra lâminas afiadas. A KPN oferece uma linha completa de luvas com diferentes níveis de proteção para atender às necessidades de cada atividade.

  • Treinamento e capacitação: Os trabalhadores devem receber treinamento adequado sobre o uso seguro de lâminas, incluindo técnicas de corte, manuseio e armazenamento.
  • Inspeção e manutenção das ferramentas: Lâminas danificadas ou em mau estado de conservação aumentam o risco de acidentes. É importante realizar inspeções regulares e afiar as lâminas quando necessário.
  • Organização do local de trabalho: Mantenha o ambiente de trabalho limpo e organizado, livre de obstáculos e materiais que possam causar tropeços ou quedas.
  • Comunicação e sinalização: Utilize placas e avisos de segurança para alertar sobre os riscos de trabalhar com lâminas.
  • Adotar boas práticas de trabalho: Siga as normas de segurança e os procedimentos recomendados para cada atividade.

KPN: Sua parceira em segurança no trabalho com lâminas

A KPN, empresa com mais de 15 anos de experiência no segmento de Equipamentos de Proteção, oferece uma linha completa de luvas anti-corte e anti-abrasivo para proteger as mãos dos trabalhadores que lidam com lâminas afiadas. Além da qualidade dos produtos, a KPN também oferece treinamentos e consultorias em segurança do trabalho para auxiliar seus clientes na implementação de programas eficazes de proteção individual.

Invista na segurança das suas mãos e da sua equipe!

Acesse o site da KPN e conheça a linha completa de luvas anti-corte e anti-abrasivo para o trabalho com lâminas. Garantimos a entrega em até 48 horas para todo o Brasil!

Luvas KPN KCR5H: alta proteção no ambiente industrial

As luvas de proteção desempenham um papel crucial em ambientes de trabalho onde os riscos mecânicos e térmicos são uma preocupação constante. Na KPN, nossa prioridade é oferecer soluções de segurança de alta qualidade, e as luvas KPN KCR5H são uma ótima escolha para trabalhadores expostos a uma variedade de perigos, desde cortes até calor intenso. Neste artigo, vamos destacar as qualidades desta luva e como ela pode ser aplicada em diversas situações de trabalho.

Quais são os riscos que as Luvas KPN KCR5H protegem? 

Projetadas para resistir a impactos mecânicos, agentes abrasivos, cortes e calor, essa luva é indispensável em ambientes onde a segurança é primordial. Seja lidando com equipamentos pesados ou operando em temperaturas extremas, a KCR5H oferece a proteção necessária para garantir a integridade das mãos dos trabalhadores.

Veja as 4 principais características do produto:

  1. Resistência a cortes ANSI A7: Com resistência ao corte ANSI A7, estas luvas proporcionam excelente  proteção contra cortes, minimizando assim o risco de lesões nas mãos.
  2. Eficiente aderência: A palma revestida com banho de espuma nitrilo proporciona uma aderência superior, mesmo em contato com peças molhadas, e oferece resistência ao calor de contato, garantindo que os trabalhadores possam manusear objetos quentes com segurança.
  3. Alta resistência à abrasão: A KCR5H é construída para resistir aos rigores do ambiente de trabalho, proporcionando maior durabilidade e proteção contra a abrasão.
  4. Tratamento hidrofugado: Com um tratamento hidrofugado, essas luvas repelem gorduras, poeira e substâncias, facilitando sua limpeza e manutenção.

Descubra outros benefícios das Luvas KPN KCR5H

Além das características técnicas, as Luvas KPN KCR5H oferecem uma série de benefícios adicionais:

  • Visibilidade: O design da palma e dorso em alto contraste não apenas oferece uma melhor visibilidade em ambientes de baixa luminosidade, mas também torna a identificação dos trabalhadores mais fácil, promovendo a segurança no local de trabalho.
  • Conforto: O material tricotado em malha de HPPE, combinado com fio de aço, nylon e spandex, torna essa luva extremamente maleável, garantindo conforto e mobilidade para os usuários.

Quais são as Indicações de uso das luvas KCR5H?

A luva KCR5H é indicada para trabalhos em ambientes industriais, manuseio de pequenas peças, atividades levemente molhadas, onde há riscos de impactos, cortes, abrasão e calor. Algumas das aplicações da luva KCR5H incluem:

  • Perfuração, extração e refino de óleo e gás
  • Fraturamento hidráulico
  • Mineração
  • Demolição
  • Construção pesada
  • Operações de içamento e guindastes

Quais certificações as luvas KCR5H possuem?

A luva KCR5H atende às seguintes certificações:

  • CA Nº 47.458: selo de aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho brasileiro, garantindo que as luvas atendam a todas as regulamentações e exigências necessárias para garantir a proteção dos trabalhadores.
  • BS EN 407: estabelece os requisitos para luvas de proteção contra riscos térmicos, como calor e fogo.
  • EN 388 /2016: especifica os requisitos para luvas de proteção contra riscos mecânicos, como abrasão, corte, rasgo e perfuração.
  • EN 420: define os requisitos gerais em termos de identificação do fabricante, da marca, composição do produto, modo de utilização e conservação.

Luvas KPN KCR5H de uso industrial para proteção contra agentes térmicos e mecânicos.

Proteja a sua equipe com KPN Safety

As Luvas KPN KCR5H são uma escolha confiável para quem busca a mais alta qualidade em proteção das mãos. Na KPN, nos dedicamos em oferecer produtos que não apenas atendam, mas excedam as expectativas de nossos clientes em termos de segurança, conforto e desempenho. Investir em Luvas KPN KCR5H é investir na segurança e no bem-estar de sua equipe.