Substituição de luvas de proteção: como garantir inspeção adequada, armazenamento correto e troca no momento certo 

Veja como preservar a vida útil das luvas e garantir máxima segurança operacional

A verificação das luvas de proteção é um fator decisivo para garantir que o equipamento de proteção mantenha sua eficácia ao longo do tempo. Em ambientes industriais com risco de corte, impacto, abrasão, vibração ou exposição a agentes agressivos, a integridade das luvas precisa ser monitorada continuamente para evitar falhas durante a operação.

Mais do que prolongar a vida útil do equipamento, estruturar processos de inspeção, armazenamento e troca é uma estratégia para reduzir acidentes, manter conformidade com normas técnicas e assegurar que o trabalhador esteja realmente protegido. 

luvas de proteção
O uso de luvas KPN garante a proteção necessária no manuseio de maquinário

Principais riscos relacionados ao uso inadequado de luvas de proteção

Antes de definir procedimentos de conservação, é importante compreender os riscos associados ao uso de luvas desgastadas ou mal conservadas. Entre os principais problemas estão:

  • Perda de resistência ao corte por desgaste excessivo;
  • Redução da absorção de impacto em atividades de risco mecânico;
  • Comprometimento da aderência em ambientes com óleo ou umidade;
  • Degradação de materiais por armazenamento inadequado;
  • Falhas estruturais não identificadas por ausência de inspeção.

A identificação desses fatores é o primeiro passo para estruturar um processo eficaz de conservação de equipamentos de proteção.

5 boas práticas de avaliação das luvas de proteção

  • Realizar inspeção antes de cada uso

A inspeção de luvas de proteção deve fazer parte da rotina diária. Pequenos cortes, perfurações, costuras comprometidas ou endurecimento do material podem indicar perda de desempenho. Em modelos com proteção específica, como anticorte ou antivibração, qualquer alteração estrutural pode reduzir significativamente o nível de proteção.

A inspeção preventiva reduz falhas inesperadas durante a atividade e fortalece a cultura de segurança.

  • Definir critérios técnicos para troca de luvas de proteção

A troca de luvas de proteção não deve ser baseada apenas no tempo de uso, mas nas condições reais do equipamento. Sinais visíveis de desgaste, perda de flexibilidade, redução de aderência ou contaminação permanente indicam a necessidade de substituição.

Estabelecer critérios claros evita tanto o uso inseguro quanto a troca prematura, contribuindo para equilíbrio entre segurança e gestão de custos.

  • Garantir armazenamento adequado

O armazenamento de luvas de proteção influencia diretamente sua durabilidade. Exposição ao calor excessivo, à umidade ou à luz solar pode acelerar a degradação dos materiais. O ideal é manter o equipamento em local seco, ventilado e protegido de agentes contaminantes.

A organização correta do estoque também facilita o controle de validade e o monitoramento do ciclo de reposição.

  • Padronizar procedimentos de higienização

A limpeza inadequada pode comprometer as propriedades mecânicas das luvas. Cada modelo possui orientações específicas de higienização que devem ser seguidas rigorosamente para preservar o desempenho original do equipamento de proteção.

Em ambientes com exposição a óleos, graxas ou produtos químicos, a avaliação pós-uso deve ser ainda mais criteriosa para evitar deterioração silenciosa do material.

  • Integrar a conservação ao sistema de gestão de segurança

A conservação de luvas de proteção deve estar integrada aos programas de segurança da empresa. Registrar inspeções, documentar trocas e treinar equipes para identificar sinais de desgaste fortalece o controle interno e contribui para auditorias e conformidade normativa.

Quando a conservação faz parte do processo operacional, a segurança deixa de ser reativa e passa a ser preventiva.

Segurança que começa na conservação

Luvas de proteção são a linha de defesa direta entre o trabalhador e o risco. Corte, impacto, abrasão e vibração exigem equipamentos capazes de manter desempenho mesmo em uso intensivo. No entanto, sem inspeção adequada, armazenamento correto e critérios claros de substituição, até o melhor equipamento pode perder eficiência.

A KPN Safety desenvolve luvas de proteção de alta performance projetadas para ambientes industriais exigentes, com foco em resistência mecânica, durabilidade e conformidade com normas técnicas internacionais. Quando associadas a boas práticas de conservação, essas soluções contribuem para operações mais seguras e consistentes.

Não deixe que o desgaste comprometa a segurança e o desempenho da sua operação. Fale com um especialista KPN e encontre a luva ideal para garantir segurança contínua e produtividade na sua operação.

 

Atualização da Portaria MTE nº 672: o que muda na certificação via OCP?

A Portaria MTE nº 672 representa um marco importante para o fortalecimento da segurança e saúde no trabalho no Brasil. Com a nova atualização, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) reforça diretrizes relacionadas à certificação de produtos e equipamentos por meio de Organismos de Certificação de Produtos (OCP), trazendo impactos diretos para fabricantes, importadores, empregadores e profissionais de SST.

Neste artigo, a KPN Safety explica de forma prática o que mudou, por que a certificação via OCP ganha ainda mais relevância e como as empresas podem se adequar às novas exigências.

 

O que é a Portaria MTE nº 672?

A Portaria MTE nº 672 estabelece regras e critérios para avaliação da conformidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), assegurando que apenas produtos que atendam aos requisitos técnicos e legais sejam disponibilizados no mercado e utilizados pelos trabalhadores.

A atualização recente da norma reforça o papel da certificação independente, ampliando a responsabilidade dos Organismos de Certificação de Produtos e aumentando a rastreabilidade e confiabilidade do processo.

 

atualização da Portaria 672

O papel do OCP na certificação de EPIs

Os Organismos de Certificação de Produtos (OCP) são entidades acreditadas que avaliam se um determinado produto está em conformidade com normas técnicas e regulamentos aplicáveis.

A certificação via OCP deve ser realizada por organismos acreditados pelo Inmetro, como por exemplo ABNT, Falcão Bauer, IBTeC, entre outros.

Com a atualização da Portaria 672, o processo de certificação via OCP passa a ter ainda mais destaque, garantindo:

  • Avaliação técnica independente e imparcial;
  • Maior controle sobre ensaios laboratoriais;
  • Rastreabilidade dos certificados emitidos;
  • Confiabilidade e transparência para o mercado e para os usuários finais.

Na prática, isso significa mais segurança para o trabalhador e mais credibilidade para as empresas que investem em conformidade.

 

 

Principais pontos da atualização da Portaria 672

Entre os aspectos mais relevantes da atualização, destacam-se:

  • Fortalecimento da certificação compulsória via OCP para determinados tipos de EPIs;
  • Maior rigor nos critérios de manutenção da certificação, incluindo acompanhamento contínuo e auditorias periódicas;
  • Responsabilização ampliada de fabricantes e importadores, que passam a ter papel ativo na garantia da conformidade ao longo do ciclo de vida do produto;
  • Integração com sistemas digitais, facilitando a consulta e verificação da validade dos certificados.

Essas mudanças visam reduzir riscos de uso de produtos irregulares e elevar o padrão de segurança no ambiente de trabalho.

 

Impactos para as empresas

A atualização da Portaria MTE nº 672 exige atenção das empresas que fabricam, importam, comercializam ou utilizam EPIs. Entre os principais impactos estão:

  • Necessidade de revisar fornecedores e certificados existentes;
  • Adequação de processos internos de compra e homologação de produtos;
  • Maior controle documental e de prazos de validade dos certificados;
  • Redução de riscos legais, trabalhistas e operacionais quando a conformidade é corretamente atendida.

Empresas que se antecipam às exigências não apenas evitam penalidades, mas também fortalecem sua cultura de segurança.

 

Como era feito antes da atualização da Portaria 672?

Antes da atualização da Portaria MTE nº 672, a certificação de EPIs não exigia, para todos os casos, a atuação contínua de um Organismo de Certificação de Produtos (OCP).
Em muitos cenários, o processo era baseado principalmente em ensaios de tipo, realizados em laboratórios, sem a necessidade de acompanhamento sistemático do produto ao longo do tempo.

Com isso, após a concessão inicial do Certificado de Aprovação (CA), não havia o mesmo nível de controle contínuo, auditorias periódicas ou rastreabilidade ampliada que passam a ser exigidos agora.

A atualização da Portaria fortalece esse modelo, trazendo a certificação via OCP como elemento central, com maior rigor técnico, acompanhamento permanente e mais segurança para o trabalhador.

 

Como a KPN Safety pode apoiar sua empresa

A KPN Safety acompanha de perto as atualizações regulatórias do MTE e oferece suporte completo para ajudar sua empresa a se adequar às exigências da Portaria 672.

Nossos especialistas auxiliam na:

  • Interpretação técnica da legislação;
  • Avaliação de conformidade de EPIs;
  • Interface com OCPs e processos de certificação;
  • Implementação de boas práticas em SST.

Assim, sua empresa ganha segurança jurídica, operacional e, principalmente, proteção efetiva para seus colaboradores.

 

Conclusão

A atualização da Portaria MTE nº 672 reforça a importância da certificação via OCP como pilar fundamental da segurança do trabalho no Brasil. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um avanço na proteção à vida e na qualidade dos produtos utilizados no dia a dia das empresas.

Manter-se atualizado e contar com parceiros especializados, como a KPN Safety, é essencial para transformar a conformidade normativa em um diferencial estratégico.

Trabalho com lâminas: Entenda quais são os riscos e como é possível reduzi-los

Na indústria, o trabalho com lâminas afiadas e cortantes é uma realidade presente em diversos setores, desde a construção civil até a indústria alimentícia. Apesar da importância dessa atividade, ela também apresenta riscos consideráveis para a segurança dos trabalhadores, principalmente para as mãos. Cortes, lacerações e até mesmo amputações podem ocorrer em um descuido, gerando dor, sofrimento, afastamento do trabalho e até mesmo sequelas permanentes.

É nesse contexto que a prevenção se torna fundamental. Ao implementar medidas de segurança eficazes e conscientizar os trabalhadores sobre os riscos envolvidos, é possível reduzir drasticamente os acidentes e garantir um ambiente de trabalho mais seguro e produtivo.

Quais são os principais riscos para as mãos no trabalho com lâminas?

  • Cortes: O risco mais comum, podendo ser desde leves até profundos e graves.
  • Lacerações: Cortes mais extensos e irregulares, que podem atingir músculos, tendões e nervos.
  • Amputações: A perda total ou parcial de um membro, como dedos ou mãos, em casos mais graves.
  • Danos permanentes: Lesões graves podem deixar sequelas permanentes, como perda de movimento, sensibilidade ou força nas mãos.

Saiba como reduzir os riscos às mãos no trabalho com lâminas

Utilização de equipamentos adequados: Luvas de proteção anti-corte e anti-abrasivo são essenciais para proteger as mãos contra lâminas afiadas. A KPN oferece uma linha completa de luvas com diferentes níveis de proteção para atender às necessidades de cada atividade.

  • Treinamento e capacitação: Os trabalhadores devem receber treinamento adequado sobre o uso seguro de lâminas, incluindo técnicas de corte, manuseio e armazenamento.
  • Inspeção e manutenção das ferramentas: Lâminas danificadas ou em mau estado de conservação aumentam o risco de acidentes. É importante realizar inspeções regulares e afiar as lâminas quando necessário.
  • Organização do local de trabalho: Mantenha o ambiente de trabalho limpo e organizado, livre de obstáculos e materiais que possam causar tropeços ou quedas.
  • Comunicação e sinalização: Utilize placas e avisos de segurança para alertar sobre os riscos de trabalhar com lâminas.
  • Adotar boas práticas de trabalho: Siga as normas de segurança e os procedimentos recomendados para cada atividade.

KPN: Sua parceira em segurança no trabalho com lâminas

A KPN, empresa com mais de 15 anos de experiência no segmento de Equipamentos de Proteção, oferece uma linha completa de luvas anti-corte e anti-abrasivo para proteger as mãos dos trabalhadores que lidam com lâminas afiadas. Além da qualidade dos produtos, a KPN também oferece treinamentos e consultorias em segurança do trabalho para auxiliar seus clientes na implementação de programas eficazes de proteção individual.

Invista na segurança das suas mãos e da sua equipe!

Acesse o site da KPN e conheça a linha completa de luvas anti-corte e anti-abrasivo para o trabalho com lâminas. Garantimos a entrega em até 48 horas para todo o Brasil!

Luvas KPN KCR5H: alta proteção no ambiente industrial

As luvas de proteção desempenham um papel crucial em ambientes de trabalho onde os riscos mecânicos e térmicos são uma preocupação constante. Na KPN, nossa prioridade é oferecer soluções de segurança de alta qualidade, e as luvas KPN KCR5H são uma ótima escolha para trabalhadores expostos a uma variedade de perigos, desde cortes até calor intenso. Neste artigo, vamos destacar as qualidades desta luva e como ela pode ser aplicada em diversas situações de trabalho.

Quais são os riscos que as Luvas KPN KCR5H protegem? 

Projetadas para resistir a impactos mecânicos, agentes abrasivos, cortes e calor, essa luva é indispensável em ambientes onde a segurança é primordial. Seja lidando com equipamentos pesados ou operando em temperaturas extremas, a KCR5H oferece a proteção necessária para garantir a integridade das mãos dos trabalhadores.

Veja as 4 principais características do produto:

  1. Resistência a cortes ANSI A7: Com resistência ao corte ANSI A7, estas luvas proporcionam excelente  proteção contra cortes, minimizando assim o risco de lesões nas mãos.
  2. Eficiente aderência: A palma revestida com banho de espuma nitrilo proporciona uma aderência superior, mesmo em contato com peças molhadas, e oferece resistência ao calor de contato, garantindo que os trabalhadores possam manusear objetos quentes com segurança.
  3. Alta resistência à abrasão: A KCR5H é construída para resistir aos rigores do ambiente de trabalho, proporcionando maior durabilidade e proteção contra a abrasão.
  4. Tratamento hidrofugado: Com um tratamento hidrofugado, essas luvas repelem gorduras, poeira e substâncias, facilitando sua limpeza e manutenção.

Descubra outros benefícios das Luvas KPN KCR5H

Além das características técnicas, as Luvas KPN KCR5H oferecem uma série de benefícios adicionais:

  • Visibilidade: O design da palma e dorso em alto contraste não apenas oferece uma melhor visibilidade em ambientes de baixa luminosidade, mas também torna a identificação dos trabalhadores mais fácil, promovendo a segurança no local de trabalho.
  • Conforto: O material tricotado em malha de HPPE, combinado com fio de aço, nylon e spandex, torna essa luva extremamente maleável, garantindo conforto e mobilidade para os usuários.

Quais são as Indicações de uso das luvas KCR5H?

A luva KCR5H é indicada para trabalhos em ambientes industriais, manuseio de pequenas peças, atividades levemente molhadas, onde há riscos de impactos, cortes, abrasão e calor. Algumas das aplicações da luva KCR5H incluem:

  • Perfuração, extração e refino de óleo e gás
  • Fraturamento hidráulico
  • Mineração
  • Demolição
  • Construção pesada
  • Operações de içamento e guindastes

Quais certificações as luvas KCR5H possuem?

A luva KCR5H atende às seguintes certificações:

  • CA Nº 47.458: selo de aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho brasileiro, garantindo que as luvas atendam a todas as regulamentações e exigências necessárias para garantir a proteção dos trabalhadores.
  • BS EN 407: estabelece os requisitos para luvas de proteção contra riscos térmicos, como calor e fogo.
  • EN 388 /2016: especifica os requisitos para luvas de proteção contra riscos mecânicos, como abrasão, corte, rasgo e perfuração.
  • EN 420: define os requisitos gerais em termos de identificação do fabricante, da marca, composição do produto, modo de utilização e conservação.

Luvas KPN KCR5H de uso industrial para proteção contra agentes térmicos e mecânicos.

Proteja a sua equipe com KPN Safety

As Luvas KPN KCR5H são uma escolha confiável para quem busca a mais alta qualidade em proteção das mãos. Na KPN, nos dedicamos em oferecer produtos que não apenas atendam, mas excedam as expectativas de nossos clientes em termos de segurança, conforto e desempenho. Investir em Luvas KPN KCR5H é investir na segurança e no bem-estar de sua equipe.

Luvas de proteção contra impacto na indústria de metalurgia pesada: a importância de um equipamento adequado

Riscos envolvidos, formas de prevenção e características de luvas de proteção eficaz

 

A indústria de metalurgia pesada é um setor importante da economia brasileira, responsável pela produção de metais, como aço, alumínio e ferro. No entanto, esse setor também é um dos mais perigosos, devido aos riscos envolvidos durante a extração, processamento e transporte.

Um dos principais riscos da indústria de metalurgia pesada é o impacto, que pode ser causado por objetos em queda, ferramentas ou equipamentos. 

Luvas de proteção em metalurgia pesada

Entenda os riscos envolvidos na indústria de metalurgia pesada

Os riscos envolvidos na indústria de metalurgia pesada são diversos e podem causar sérios danos físicos. Alguns dos principais riscos são:

  • Impacto: o impacto pode ser causado por objetos em queda, ferramentas ou equipamentos, acarretando em lesões graves, como fraturas, cortes e escoriações.
  • Queimaduras: as queimaduras podem ser causadas por contato com superfícies aquecidas, como equipamentos ou tubulações. 
  • Explosões: as explosões podem ser causadas por vazamentos de gás ou líquidos inflamáveis. As explosões podem causar ferimentos graves e até mesmo a morte.
  • Exposição a produtos químicos: os trabalhadores da indústria de metalurgia pesada podem ser expostos a produtos químicos tóxicos, que podem causar lesões graves, como intoxicações.
  • Riscos ergonômicos: os trabalhadores da indústria de metalurgia pesada podem ser expostos a riscos ergonômicos, como sobrecarga muscular, que podem causar lesões graves, como tendinites, por exemplo. 

Quais são as Formas de prevenção de riscos na indústria de Metalurgia?

Para prevenir os riscos envolvidos na indústria de metalurgia pesada, é importante adotar medidas de segurança adequadas. Algumas das principais medidas de segurança são:

  • Treinamento dos funcionários: os funcionários devem ser treinados sobre os riscos envolvidos no seu dia a dia e sobre as medidas de segurança necessárias para evitá-los. Eventos como a SIPAT são eficazes em proporcionar a conscientização sobre a segurança no ambiente de trabalho. 
  • Equipamentos de proteção: os funcionários devem usar equipamentos adequados, como luvas contra impacto, capacetes, óculos de segurança e botas de segurança e serem capacitados sobre o uso adequado.
  • Procedimentos operacionais padrão (POPs): os POPs devem estabelecer procedimentos e práticas seguras para todas as atividades que envolvam riscos dentro das atividades praticadas na empresa. 

Entenda quais são as características de uma luva de proteção contra impacto eficaz

Uma luva de proteção contra impacto eficaz deve atender aos seguintes requisitos:

  • Resistência ao impacto: a luva deve ser capaz de amenizar o impacto de objetos sobre o dorso da mão.
  • Resistência à abrasão: a luva deve ser resistente à abrasão, para evitar que seja rasgada e ou danificada em um curto período de uso.
  • Resistência ao corte: a luva deve ser resistente ao corte, para evitar que objetos afiados causem danos na mão do colaborador.
  • Conforto: a luva deve ser confortável de usar, para não restringir e nem limitar os movimentos das mãos durante as atividades. 

Quais são os tipos de luvas de proteção?

Existem diversos tipos, cada um indicado para um risco específico:

  • Luvas de proteção mecânica: contra cortes, abrasão e perfurações.

  • Luvas térmicas: para altas ou baixas temperaturas.

  • Luvas químicas: resistentes a solventes, ácidos e produtos químicos.

  • Luvas dielétricas: para proteção contra choques elétricos.

  • Luvas descartáveis: usadas em saúde, estética, laboratórios e indústrias alimentícias.

  • Qual a função das luvas de proteção?

    As luvas têm a função de proteger as mãos do trabalhador contra riscos físicos, químicos, biológicos, térmicos e elétricos, reduzindo a chance de acidentes, ferimentos e contaminações.

 

Qual a função das luvas de proteção?

As luvas têm a função de proteger as mãos do trabalhador contra riscos físicos, químicos, biológicos, térmicos e elétricos, reduzindo a chance de acidentes, ferimentos e contaminações.

O que é a indústria metalúrgica?

A indústria metalúrgica é o setor responsável por transformar minérios metálicos em produtos metálicos utilizáveis. Envolve desde a extração e beneficiamento do minério até a fundição, laminação, soldagem e conformação dos metais, produzindo insumos e peças que abastecem outras indústrias, como a automotiva, de construção civil, naval, aeroespacial e de equipamentos.

O que as indústrias metalúrgicas fazem?

As indústrias metalúrgicas fabricam e processam metais e ligas metálicas para criar uma ampla variedade de produtos. Elas produzem chapas, tubos, fios, estruturas metálicas, ferramentas, máquinas e componentes essenciais para setores como energia, transporte, petróleo e gás, eletrônicos e infraestrutura. Além disso, realizam serviços de corte, moldagem, usinagem e acabamento de metais, garantindo materiais de alta resistência e qualidade para o mercado.

Luvas de proteção contra impacto da KPN

A KPN oferece uma linha completa de luvas de proteção contra impacto, que atende às necessidades de diversos segmentos, incluindo a indústria de metalurgia pesada.

As luvas contra impacto da KPN são fabricadas com materiais de alta qualidade e com tecnologia de ponta, garantindo a segurança dos trabalhadores.

As luvas da KPN são testadas e certificadas de acordo com as normas internacionais, garantindo sua eficiência e confiabilidade.

A utilização de luvas de proteção contra impacto é essencial para a segurança dos trabalhadores da indústria de metalurgia pesada. As luvas de proteção contra impacto da KPN são uma excelente opção para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar lesões graves.

Para conhecer as luvas de proteção contra impacto da KPN, acesse nosso site e faça seu pedido. Temos estoque para pronta entrega e enviamos para todo o Brasil.

Descubra as 9 principais normas regulamentadoras da Indústria e a importância delas

Normas Regulamentadoras da indústria são essenciais nos dias atuais. O ambiente industrial é repleto de desafios e pode se tornar potencialmente perigoso para os trabalhadores quando as medidas de prevenção descritas nas Normas Regulamentadoras não são aplicadas corretamente. As Normas Regulamentadoras foram criadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e são regularmente fiscalizadas. Por isso, separamos neste artigo, o esclarecimento do que são as Normas Regulamentadoras e como elas impactam a sua empresa, destacando as principais que se relacionam com a segurança no ambiente industrial.

 

O que são as Normas Regulamentadoras?

As Normas Regulamentadoras da indústria, são obrigatórias para todas as indústrias brasileiras, têm como objetivo preservar e promover a integridade física dos trabalhadores, instruindo empregados e empregadores sobre as precauções necessárias para evitar acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. A não conformidade com essas normas legais acarreta penalidades aos empregadores. 

As penalidades decorrentes de descumprimento das normas regulamentadoras, em regra, estão previstas na NR-28 e seus anexos. Os valores das multas para o descumprimento irão depender de:

  • O item da norma regulamentadora descumprido;
  • O índice da infração (de 1 a 4);
  • O número de empregados da empresa.

Agora, iremos listar as principais normas regulamentadoras de segurança no ambiente industrial. 

 

  • NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA):

A CIPA visa prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, promovendo a compatibilidade permanente entre o trabalho e a preservação da vida e saúde do trabalhador. Essa comissão, composta por representantes dos empregados e empregadores, realiza eleições anuais e desempenha funções essenciais, como elaborar mapas de riscos e organizar a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). 

 

  • NR-6 – Equipamento de proteção individual – EPIs:

Esta normativa define os requisitos para os Equipamentos de Proteção Individual. Todas as empresas devem fornecer gratuitamente EPIs adequados ao risco da atividade desempenhada. Eles devem ser utilizados quando as medidas de segurança geral não oferecem proteção completa. Itens como capuz, protetores auriculares, óculos, luvas e máscaras são essenciais para garantir a segurança dos trabalhadores.

 

  • NR-10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade:

Esta norma é essencial para o setor elétrico. Ela estabelece requisitos e condições mínimas para trabalhadores que interagem com instalações elétricas, incluindo medidas preventivas para garantir a segurança e saúde dos trabalhadores, como a sinalização de segurança e a obrigatoriedade do bloqueio e sinalização de dispositivos e sistemas (lockout e tagout – LOTO).

 

  • NR-12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos:

Esta norma define medidas de proteção para garantir a saúde e integridade física dos trabalhadores que lidam com máquinas e equipamentos. O empregador é responsável por implementar medidas de proteção coletiva, administrativas e individuais. A NR-12 abrange todas as fases de utilização, desde a construção até a desativação do equipamento.

 

  • NR-16 – Atividades e operações perigosas:

Abordando atividades que envolvem riscos significativos, a NR-16 categoriza operações perigosas e insalubres. Ela estabelece direitos e benefícios adicionais para trabalhadores expostos a condições de risco imediato. Com isso, o empregador é responsável por caracterizar a atividade como de risco, utilizando laudo técnico emitido por médico ou engenheiro de Segurança do Trabalho.

A NR-16 lista algumas atividades que expõem o colaborador a riscos significativos, como por exemplo:

  • Atividades e operações perigosas com explosivos;
  • Atividades e operações perigosas com inflamáveis;
  • Atividades e operações perigosas com energia elétrica;
  • Atividades e operações perigosas com radiações ionizantes ou substâncias radioativas.

Os detalhes sobre essa regulamentação e a lista completa de atividades e operações perigosas podem ser encontrados neste documento do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

  • NR-18 Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção

A Norma Regulamentadora 18 (NR-18) é uma diretriz essencial no contexto da indústria da construção, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores em canteiros de obras, abrangendo desde questões estruturais até medidas de prevenção de acidentes. A NR-18 engloba aspectos como planejamento, organização e execução de obras, estabelecendo diretrizes para a utilização de EPIs, boas práticas no ambiente laboral, prevenção de riscos e condições seguras de trabalho. Seu cumprimento não apenas assegura a conformidade legal, mas também promove um ambiente de trabalho mais seguro e saudável, reduzindo incidentes e protegendo a integridade dos trabalhadores na indústria da construção.

 

  • NR-26 – Sinalização de segurança:

Esta norma define o uso de cores para sinalizar e advertir sobre riscos nos locais de trabalho. As cores têm diferentes finalidades, como identificação de equipamentos de segurança, delimitação de áreas e advertência contra riscos. Além disso, elas devem seguir padrões técnicos oficiais para garantir eficácia sem causar distração ao trabalhador.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, neste documento, a rotulagem preventiva do produto químico classificado como perigoso à segurança e à saúde dos trabalhadores deve utilizar procedimentos definidos pelo GHS (Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos), contendo os seguintes elementos: 

  • identificação e composição do produto químico; 
  • pictograma(s) de perigo; 
  • palavra de advertência; 
  • frase(s) de perigo; 
  • frase(s) de precaução; 
  • informações suplementares.  

 

  • NR-28 – Fiscalização & penalidades:

Abordando a fiscalização e penalidades, a NR-28 está vinculada às normas trabalhistas estabelecidas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ela prevê visitas do agente fiscal do trabalho, notificações para adequação às normas, embargo ou interdição em situações de risco grave e aplicação de penalidades em caso de infrações reiteradas.

A NR-28 não atribui multa ao trabalhador que desobedece as regras. A penalidade ao trabalhador que negligencia o uso do EPI, é classificada como ato faltoso. A conduta faltosa pode também ser qualificada como um ato de indisciplina ou de insubordinação, que constitui uma das hipóteses de dispensa por justa causa do art. 482 da CLT. 

A multa para as empresas que não fornecerem o EPI para os colaboradores, é calculada em UFIR (Unidade Fiscal de Referência), que equivale a R$ 4,3329 em 2023. Este valor irá variar de acordo com o número de empregados da empresa.

 

  • NR-33 – Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados:

Esta norma estabelece requisitos mínimos para identificação, avaliação e controle de riscos em espaços confinados, garantindo a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos. Estes espaços incluem, por exemplo, áreas não projetadas para ocupação contínua, com entrada e saída limitadas, exigindo monitoramento rigoroso.

Em resumo, investir na compreensão e implementação destas Normas Regulamentadoras na sua empresa é fundamental para garantir um ambiente de trabalho seguro e que protege a saúde e integridade física dos seus colaboradores. 

 

Quais são as normas regulamentadoras?

As Normas Regulamentadoras (NRs) são um conjunto de disposições legais complementares à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que estabelecem requisitos e obrigações sobre segurança e saúde no trabalho no Brasil, visando proteger os trabalhadores e o ambiente de trabalho.

Por que as luvas de proteção são importantes na indústria?


Elas evitam acidentes nas mãos, como cortes, queimaduras e contato com substâncias nocivas. Além de proteger o trabalhador, aumentam a produtividade e reduzem afastamentos.

Qual o CA de luvas de proteção?

Não existe um único número de Certificado de Aprovação (CA) para luvas de segurança. Cada modelo possui seu próprio CA, emitido individualmente após aprovação técnica, garantindo que o equipamento atenda aos requisitos de proteção e às normas brasileiras de segurança.

Onde comprar luvas de segurança de alta resistência?


A KPN Safety oferece luvas de proteção certificadas, com pronta entrega em todo o Brasil, ideais para o setor de petróleo e gás.

A KPN pode ajudar a sua empresa a cumprir as normas regulamentadoras da indústria 

Normas regulamentadoras da indústria

Conte com a KPN para o fornecimento de luvas que garantirão para os seus colaboradores todo o conforto e segurança necessários para a sua produção industrial. Nossas luvas possuem todos os certificados exigidos pela regulamentação brasileira e são entregues com agilidade para todo o território nacional. Conheça nossas luvas e suas especificações técnicas.