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  • Segurança do trabalho na indústria de papel e celulose: principais riscos e EPIs exigidos


    Segurança do trabalho na indústria de papel e celulose: principais riscos e EPIs exigidos

    Bobinas de papel em fábrica de papel e celulose com trabalhadores usando EPIs

    Uma fábrica de celulose reúne, no mesmo complexo, máquinas de grande porte, produtos químicos concentrados, vapor em alta temperatura e áreas confinadas. Por isso, a escolha dos EPIs para papel e celulose precisa considerar cada etapa do processo, do pátio de madeira à rebobinadeira, e não apenas um risco isolado.

    Continue a leitura para conhecer os seis riscos mais comuns do setor e os EPIs para papel e celulose indicados para cada um deles.

    Por que o setor exige atenção redobrada

    A produção funciona em regime contínuo e passa por várias áreas com perfis de risco diferentes. No pátio, a madeira é descascada e picada. Em seguida, os cavacos seguem para o cozimento, a lavagem e o branqueamento, que usam produtos químicos. Depois, a polpa vai para a máquina de papel, com cilindros secadores aquecidos, e termina na rebobinadeira e na conversão, onde bobinas pesadas são cortadas e movimentadas.

    Além disso, as paradas de manutenção concentram tarefas de alto risco em poucos dias: entrada em tanques, trabalho em altura, troca de facas e intervenções em máquinas. Assim, os EPIs para papel e celulose precisam acompanhar tanto a rotina quanto essas janelas críticas.

    6 riscos da indústria de papel e celulose

    1. Máquinas rotativas e pontos de prensagem

    Cilindros, rolos, esteiras e picadores podem puxar mãos e roupas em segundos. A NR-12 exige proteções fixas, dispositivos de parada e procedimentos de bloqueio antes de qualquer intervenção.

    2. Cortes

    Facas de rebobinadeiras, lâminas de corte, bordas de chapas e até a borda do próprio papel causam cortes profundos. Por isso, a proteção das mãos é uma das prioridades do setor.

    3. Produtos químicos

    Soda cáustica, licores de cozimento e agentes de branqueamento, como peróxido de hidrogênio e derivados de cloro, oferecem risco de queimaduras químicas na pele e nos olhos.

    4. Calor e vapor

    Secadores, linhas de vapor e caldeiras expõem o trabalhador a superfícies quentes e vazamentos. Nessas áreas, a luva precisa resistir ao calor de contato.

    5. Ruído e poeira

    Picadores, descascadores e bombas geram ruído elevado. Já o manuseio de madeira e cavacos produz poeira que irrita as vias respiratórias.

    6. Espaços confinados e trabalho em altura

    Digestores, tanques, silos e chaminés exigem entrada controlada, monitoramento de atmosfera e sistemas de resgate. Estruturas elevadas pedem proteção contra quedas.

    Equipe de manutenção industrial com EPIs para papel e celulose

    EPIs para papel e celulose por parte do corpo

    Com os riscos mapeados, fica mais fácil definir os EPIs para papel e celulose de cada função. Veja um ponto de partida:

    • Mãos: luvas anti-corte ANSI A9 para troca de facas e manuseio de bobinas, como KEV, CR5 e K21 (esta última indicada quando não há exigência de proteção contra impacto). Em áreas químicas, luvas com proteção química, como a CHEMCR5.
    • Pés: botinas de segurança com biqueira e solado resistente a óleo e produtos químicos. Em áreas de movimentação de carga, modelos com proteção de metatarso.
    • Cabeça: capacete com jugular para quem trabalha em altura ou sob pontes rolantes.
    • Olhos e face: óculos de proteção e protetor facial nas operações com respingo químico.
    • Audição: abafador de ruídos ou protetor auricular conforme a medição do posto.
    • Vias respiratórias: respirador semifacial com filtros químicos ou mecânicos, escolhidos de acordo com o contaminante.

    Boas práticas além dos EPIs

    Os EPIs são a última barreira. Antes deles, a empresa precisa ter análise preliminar de risco (APR) para as tarefas críticas, bloqueio e etiquetagem de energias nas intervenções em máquinas e permissão de trabalho para espaços confinados e altura.

    Também vale treinar as equipes sobre o uso correto de cada equipamento e inspecionar os EPIs com frequência. Uma luva com a palma desgastada, por exemplo, já não oferece o nível de corte declarado. Este guia sobre equipamentos e procedimentos de segurança industrial ajuda a estruturar essas rotinas.

    EPIs para papel e celulose com a KPN Safety

    Em resumo, a indústria de papel e celulose soma riscos mecânicos, químicos e térmicos no mesmo processo. Escolher os EPIs para papel e celulose por área e por tarefa, com C.A. válido e certificações compatíveis, é o que garante proteção real para as equipes.

    A KPN Safety tem luvas anti-corte, luvas químicas, calçados e proteção respiratória para o setor, com luvas para pronta entrega e envio em até 48 horas para todo o Brasil. Explore outros conteúdos técnicos no nosso blog e solicite um orçamento com o nosso time.

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